Sítio Jonosake

Oi pessoal, tudo bem? Espero que sim!

No sábado, 30/09, fui ao Jonosake - depois de quase exatos 5 anos - com a minha família e hoje venho compartilhar um pouco desse dia maravilhoso com vocês.


Há mais ou menos 8 meses minha prima (Nathália) me avisou que em setembro haveria um passeio na igreja do meu tio Nilson para o sítio Jonosake e que as vagas seriam limitadas.

Custava R$140,00 por pessoa (incluindo o transporte de ida e volta e a alimentação) e o pagamento foi dividido em 8 parcelas mensais de R$17,50.

Toda a minha família se interessou e, além de colocar o meu nome e o do Léo na lista, também convidei meus sogros e minha cunhada para irem conosco e eles toparam.

Pelo valor mensal ser baixo, pagamos 2 meses e esquecemos... Resultado: em agosto cada casal precisava pagar R$210,00 e infelizmente eles não puderam ir. Minha prima estava organizando tudo e disse que aconteceu o mesmo com bastante gente.

Já tinha sido previamente avisado que em caso de desistência não haveria reembolso, mas o valor pago poderia ser transferido entre parentes e foi o que eu e o Léo fizemos. Dos R$210,00 que faltavam pagamos apenas R$70,00.


Na sexta-feira, 29/09, fomos pra minha casa a noite pois o ônibus que nos levaria no dia seguinte sairia da igreja (que fica há 10min a pé) às 7h.

Jantamos pizza (só pra variar) e arrumei a mochila antes de dormir pra não correr o risco de esquecer nada.

Não lembro exatamente a hora que acordamos, mas foi extremamente cedo. Já havia feito chapinha no dia anterior e não me preocupei em usar maquiagem, então me arrumei super rápido.

Meu pai foi buscar o meu irmão 6h e eu, o Léo e a Cris fomos pro portão da casa da minha avó 6h30min pois a Naná marcou de nos encontrarmos lá e irmos juntos.

Havia bastante gente e não somos muito sociáveis - especialmente meu pai e meu irmão - com quem não conhecemos, então não demorou muito para nos destacarmos do grupo.

O clima estava meio nublado e chegou até a chuviscar, mas imaginamos que abriria no decorrer do dia.

Ao chegarmos na rua da igreja vimos 2 ônibus e entramos no segundo que foi denominado de: "o ônibus da família".

A partida foi pontual, porém a Naná sentiu falta do meu tio Niti e ao ligar pra ele descobriu que ele tinha se atrasado, mas já estava chegando. O esperamos e depois de poucos minutos ele chegou... Ainda bem!

Não havia apenas familiares no ônibus, mas todos os Nogueiras (que foram) estavam lá: meu paizinho e a Cris, meu irmão, eu e o Léo, tio Nilson e a esposa, tio Niti e a esposa (depois tiveram que passar para o outro ônibus), Miguel, tia Eliana, Pedro, Naná e Luan. 

Sentamos perto do banheiro e o cheiro durante a viagem não foi nada agradável. Por "sorte" era um percurso de apenas 1h porque MEU DEUS DO CÉU! Kkkkk.




O sítio abre às 8h30min e chegamos 8h45min. O monitor do sítio entrou no ônibus e anunciou que  no fim da tarde haveria um sorteio para a terceira idade e logo depois nos autorizou a descer e entrar.

O clima não só continuava nublado como a intensidade da chuva havia aumentado. A canga - que coloquei na mochila pensando em piscina - serviu para proteger meus cabelos da água.

Na primeira vez que fui no Jonosake (com a minha mãe) o fotógrafo tirou uma foto da minha entrada com o Léo. Dessa vez ele ameaçou, mas recuou quando viu o meu estado! Kkk.

Foto da entrada de 2012.
Os funcionários nos receberam tocando e dançando a música 'Happy' do Pharrell Williams e achei muito legal! Apesar de já ter ido lá não lembrava o quão simpáticos e animados todos são. Pareciam estar realmente muito felizes por nos receber.


O café da manhã já estava servido e a maneira (self-service) chamou a atenção do meu lado administradora.

Eram 5 - se eu não me engano - mesas enormes e bem distribuídas que continham os mesmos alimentos: torta de salsicha, bolinho de aipim artesanal, sanduíches de pão francês, frutas, pão francês, manteiga, pasta de frango, cream craker, salsicha, bolo de chocolate, bolo de cenoura, rocambole de prestígio, rocambole de chocolate, biscoitos de leite e provavelmente outros quitutes que não me recordo.

Para as bebidas eram 2 mesas - também extensas e eficientemente separadas - com suco de goiaba e de abacaxi (com e sem açúcar), café (com e sem açúcar), leite e açúcar.

O número mínimo de pessoas que o sítio aceita receber é 700. SE-TE-CEN-TOS. Tenho certeza que nesse dia havia pelo menos 1000. Quando pensamos em 1000 seres humanos se servindo é praticamente impossível não associarmos a desastre, certo? Mas eles desenvolveram um sistema logístico tão bem estruturado - e surpreendentemente simples - onde todos conseguem comer bem (buffet livre) sem precisar enfrentar nenhum tipo de fila e/ou muvuca.

Irei detalhar abaixo os principais (porque para falar de todos teria que fazer uma postagem exclusiva) pontos efetivos que constatei com facilidade e que fizeram total diferença no quesito organização das refeições autosservidas.

1) Há entrada e saída: Ninguém sai por onde entra e nem entra por onde sai. Caso queira voltar é necessário dar uma (pequena) volta. Essa regra simples evita que duas pessoas batam de frente pois todos seguem o mesmo fluxo.

2) Alguns alimentos são servidos: Os alimentos que têm maior "procura" (PQP! Tô muito professora!) são servidos por funcionárias que ficam atrás das mesas. O bolinho de aipim, por exemplo, é colocado - de 2 em 2 - em cada prato. Isso faz com que todos consigam pegá-lo e previne aglomerações.

3) As bebidas ficam em outro lugar: Tirando a água, tanto os sucos quanto o café e o leite ficam em um ambiente próximo das mesas e cadeiras, possibilitando que coloquem o prato de comida nas mesas antes e só depois peguem as bebidas. Nem preciso falar que reduz a chance de tragédias, né?

4) Incontáveis funcionários: A equipe do sítio é imensa e/ou extraordinariamente proativa em todos os sentidos. As comidas eram repostas constantemente e as mesas limpas continuamente.

Foto ilustrativa que peguei no site oficial.
Gostaria de dizer que sou uma pessoa saudável e que só comi o suficiente para me sentir satisfeita, porém a verdade é que a única pessoa que comeu pouco foi o Lucas! Kkk. Devo ter voltado para pegar mais comida umas 5 vezes - não só pra mim, claro, pro Léo e pro meu pai também. Mas, de tudo o que comemos no café da manhã, o bolinho de aipim foi disparado o nosso favorito.



Pensei que a família inteira ficaria junta, mas não foi bem assim. Por estar chovendo acabamos nos "separando" na procura das mesas. Na nossa ficou eu, meu pai, meu irmão, o Léo, a Cris e a mãe e os 2 irmãos da Cris.

Quem me conhece sabe que detesto sol, mas se tratando de um lugar ao ar livre ele acaba sendo um "mal" necessário. O único lado bom de estar chovendo era o clima agradável, só que ao mesmo não havia absolutamente nada pra fazer. Óbvio que muitos entraram na piscina mesmo assim, mas aí já seria demais pro meu psicológico.

Ainda na esperança da chuva passar, resolvi me maquiar porque queria tirar várias fotos. Havia planejado algumas na minha cabeça e esperava poder executá-las até o fim da tarde.



Meu pai, meu irmão, o Léo e os irmãos da Cris descobriram um salão de jogos e foram jogar... Obviamente fui atrás deles assim que terminei a maquiagem. Levei meu livro do House e minha canga pensando em um estilo de foto e sim, consegui tirar!



Eles começaram jogando sinuca, mas também havia tênis de mesa, totó (pebolim) e totó para 8 pessoas - que não conhecíamos, jogamos em 6 e adoramos!

A utilização é livre e gratuita, porém é necessário dar R$10,00 para a funcionária que cuida da organização do salão por garantia. Ela não dá troco e nem aceita notas maiores. Caso nada seja quebrado o dinheiro é integralmente devolvido.





Quando terminamos a partida - eu, o Léo e o Lucas perdemos pro meu pai e seus cunhados - estava chuviscando bem pouquinho e aproveitamos para dar uma volta pelo sítio. Os irmãos da Cris simplesmente desapareceram e ficamos apenas nós 4.

Nunca cansarei de dizer o quanto amo estar com os meus meninos! 


Depois disso meu pai voltou para a mesa e eu, o Lucas e o Léo seguimos explorando o lugar. Queria muito que um deles tivesse registrado o meu estado. Eu estava andando pelo sítio com a canga na cabeça, parecendo um fantasma! Huahuahua.

Tiramos algumas fotos e depois voltamos correndo porque os chuviscos ficaram mais grossos. Não sabia se protegia o cabelo ou o celular! Kkkkkk.




Um semi abraço dado por livre e espontânea pressão!  Kkkkk.




Voltamos para mesa e os funcionários estavam servindo bebidas (suco, refrigerante, cerveja e vinho), caldo verde e petiscos (churrasco e salgadinhos). Ficamos um pouco lá, depois andamos novamente e dessa vez encontramos alguns Nogueiras pelo caminho.

Luan e o filho da Elisângela, Robinho! 

Nathália.

Tio Niti.
O Luanzinho, muito corajoso, foi pra fila da tirolesa. Eu morro de medo de qualquer nível de altura e não fiquei o esperando descer porque me daria aflição, mas a Naná tirou uma foto dele com os equipamentos.


15h o almoço foi servido e eu, meu irmão e o Léo fomos pra fila. Minha tia Eliana estava lá com o Luan e o Landerson - irmão da Cris - guardou nosso lugar. Como a minha tia estava na fila preferencial o Luan ficou com a gente.

O Lucas e o Léo colocaram a comida deles e eu coloquei a minha e a do Luan. Quando ele viu o prato ficou horrorizado, dá vontade de rir só de lembrar da cara de assustado que ele fez! Kkkkkk. Acabei colocando muita comida, mas perguntei o que ele queria e pedia pra ele ver a quantidade, então não foi minha culpa! Kkkkk.

Tinha arroz, feijão, macarrão, yakisoba, carne seca, abóbora, beterraba, batata frita, churrasco completo (carne, frango e linguiça), coxinha de frango frita (minha favorita!), farofa, peixe empanado, outros legumes e algumas coisas ensopadas.

Meu pai e a Cris foram pegar a comida depois que nós voltamos e todos nós almoçamos juntos. Dessa vez as bebidas foram servidas e eu tomei suco de abacaxi.

Meu prato.

Prato do Léo.
É óbvio que eu não comi nem a metade do que coloquei no prato pois já estava muito cheia, mas não resisti às sobremesas: mini churros recheados, doce de banana com creme de leite, doce de abóbora, frutas e gelatina colorida. Infelizmente só tirei foto da gelatina, mas os churros estavam maravilhosos e o doce de banana também!


Assim que terminamos de almoçar, eu, meu pai, o Lucas e o Léo voltamos pro salão de jogos, mas dessa vez com a Naná, o Luan, o Pedro e os amigos deles.

Eles jogaram tênis de mesa e eu e a Naná procuramos desesperadamente sinal 4g para postarmos nossas fotos, mas não encontramos de jeito nenhum.


Quando seu irmão diz que só vai tirar foto se você não ficar no seu melhor lado, só pra te irritar! ¬¬


"Ri, Luan!"


Percebemos que a chuva finalmente havia cessado e eu, meu pai, o Lucas, o Léo, o Luan e a Naná fomos conhecer o resto do sítio e aproveitamos para fazer um book fotográfico! KKK.

Achei esses pôneis a coisa mais fofinha do universo! Eles estavam molhados assim por causa da chuva (óbvio) e havia outro - pretinho - dentro do celeiro.


Dentre todas as paisagens que transformamos em cenários, essa foi a minha favorita! 


Princesinha - só que não.







Todo meu! 




Isso é cacau e confesso que não fazia ideia! Kkkk.





Pensa na minha alegria quando meu irmãozinho aceitou tirar uma foto sozinho? 

E imaginem se ela não triplicou quando ele fez a pose que eu pedi?! 








Babo mesmo! 

Coisa mais linda do universo! 





Sim, meu pé tem duas cores e a culpa é da sapatilha! Kkkkkkkk.


Amo meu mozão e amei essa foto! 

Filhinha do papai mesmo! 




O que é, o que é: um pontinho preto na grama do lado de um pontinho laranja fluorescente?  Kkkkkkk.





A foto da capa do post foi tirada pelo fotógrafo do sítio. Coincidentemente ele veio até a nossa mesa no momento em que estávamos apenas nós 4. As fotos profissionais são impressas, colocadas no mural do sítio e vendidas por R$10,00. 

Apesar de não ser a foto mais bonita é, sem dúvidas, a mais importante pois retrata absolutamente tudo e assim que cheguei em casa a coloquei no meu criado mudo. 


Após essa extensa e cansativa sessão fotográfica esquecemos as câmeras (dos celulares) e ficamos na mesa querendo ir embora! Kkkk. Não mencionei anteriormente, mas todos os gêneros musicais foram tocados no decorrer do dia (do funk ao gospel) e a todo momento havia uma atividade ou jogo diferente. Nós não participamos de nada porque não ligamos pra essas coisas, mas há toda uma programação bem animada e ótima pra quem gosta.

Perto do horário de ir embora, foi servido canjica como uma forma de despedida. Não gosto, mas o Léo e o meu pai gostam e disseram que estava muito boa. O Lucas quis biscoito e meu pai comprou  cheetos pra ele e duas batatas ruffles (uma pra mim e outra pra Cris) na lanchonete.

Houve o sorteiro da terceira idade e, acreditem se quiserem, minha tia Eliana ganhou dois ingressos para voltar no sítio e uma camiseta! A última foto no Jonosake foi uma selfie minha com ela. 


TELEFONES: (21) 2687-8000 / (21) 2687-8053 / (21) 2687-8049.
ENDEREÇO: R. Norma Okasaki Inoue, 23. Santa Candida, Itaguaí - RJ. CEP: 23821-590.


Fomos embora e sentamos nos mesmos lugares, novamente perto do banheiro. O cheiro estava ainda pior e não paravam de abrir a porta. Foi difícil dormir, mas sobrevivemos até o fim da viagem! Kkkk.

Quando descemos do ônibus continuava chovendo bastante, mas - por ironia do destino - no dia seguinte abriu o sol. 


Reunir a família é sempre incrível e são momentos como esse que marcam nossas vidas e nos enchem de alegria e gratidão. Não sou a pessoa mais aberta e/ou próxima do mundo - na maioria das vezes sou exageradamente reservada - mas amo meus Nogueiras imensuravelmente. 

"Agradeço a meu Deus toda vez que me lembro de vocês." (Filipenses 1:3)

Até a próxima! 

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