Rock In Rio 2017 + Special Weekend

13:57

Oi pessoal, tudo bem com vocês? Espero que sim!

Há quase 2 anos escrevi sobre o Rock In Rio de 2015 e publiquei nesse blog. Coincidentemente foi a minha 2ª postagem na plataforma. Meu objetivo em relação ao Me chama de Bella (que inicialmente se chamava Isabella Nogueira Proença) sempre foi muito bem definido, mas ainda assim é extremamente louco (no bom sentido) estar registrando mais um Rock In Rio aqui. 


Dessa vez eu e o Léo não ganhamos os ingressos, os compramos. Queríamos ir no dia 16/09 por causa do Maroon 5, mas esgotou em minutos e não conseguimos. Ficamos extremamente chateados e optamos por comprar para o sábado seguinte onde a atração principal seria a banda Guns N' Roses.

O problema que quase nos impediu de estar no festival foi o cartão de crédito. Ele havia pagado a fatura há 2 dias e achamos que seria suficiente para liberar limite... Salvo engano. Quando chegou a nossa vez na fila de espera o bendito cartão simplesmente não passou e deu início ao maior drama dos últimos meses.

Meu pai me emprestou o dele, mas só tinha limite para 1 ingresso. Não pensei muito - porque provavelmente desistiria - e comprei. O Léo testou outro cartão que também não passou e começamos a entrar em desespero.

Meu amigo, Rodrigo, não tinha certeza se iria ou não, porém o deixei tão nervoso que ele comprou o ingresso dele na hora e pouco depois a data esgotou oficialmente.

Ficou um clima bem chato entre nós pois esperamos muito o início das vendas e no fim das contas sequer compramos o nosso par.

No dia seguinte o tal limite foi liberado e ele comprou 1 ingresso para o dia 17/09 (Justin Timberlake) na intenção de trocá-lo futuramente. Esquecemos o assunto durante algum tempo pois ainda faltavam 5 meses para o evento (tudo isso ocorreu em abril).


Passados alguns meses o Léo começou postar em grupos de troca e venda de ingressos do RiR no facebook, mas não obtinha nenhum retorno. Como o show estava cada vez mais próximo decidimos vender em vez de trocar pois poderíamos usar o dinheiro para comprar o outro, porém praticamente não havia procura para o dia 17 e para vendermos tivemos que abaixar bastante o preço. Para vocês terem noção da dificuldade: quando finalmente encontramos um comprador tomamos um prejuízo de R$20,00 e ficamos felizes.

A primeira etapa do plano foi concluída e desencadeou a última e mais complicada: comprar o dia 23 sem precisar vender nossos rins para pagar. O valor mínimo que encontrávamos nos grupos para a meia-entrada era de R$400,00 e não estávamos dispostos (e nem tínhamos essa quantia em mãos) a desembolsar esse absurdo.

Foi então que a nossa sorte virou: o Rock In Rio - que anunciou após o encerramento das vendas em abril que não o faria - abriu a venda extraordinária de ingressos em agosto e após a tensão da fila de espera o problema foi resolvido. Compra efetuada com sucesso!


Ah, não poderia deixar de mencionar um detalhe importante...

Devido ao prejuízo optamos por retirar o ingresso ao invés de receber em casa ("economia" de R$25,00) e o Léo passou nada mais nada menos do que 5h na fila, tadinho.

Então se posso dar um conselho em relação ao assunto é: não vale a pena retirar quando se tem a opção de receber. Ele gastou R$8,40 de passagem (ida e volta) e R$2,00 com água, se nós arredondarmos custou R$11,00, ou seja, com mais R$14,00 ele não teria passado esse sufoco.


Enfim... A partir daí a preocupação deu lugar à ansiedade.

Além de estarmos ansiosos pelo Rock In Rio em si também havia uma coisa muito importante prestes a acontecer.

Algumas linhas acima mencionei meu amigo Rodrigo. Nós nos conhecemos através das redes sociais (orkut e facebook) e conversamos há 5 anos, porém - até então - nunca tínhamos nos encontrado pessoalmente. Acredito que hoje em dia essa seja uma história simples e corriqueira, mas a nossa amizade está a anos-luz de ser algo comum.

Explicar o que ele representa na minha vida é um pouco complicado pois ainda que eu já tenha tido vários tipos de amigos, jamais imaginei que um dia teria uma amizade tão incrível com alguém. Ele é único e irradia algo tão bom que faz com que eu me sinta privilegiada por poder chamá-lo de melhor amigo.

E é exatamente por ele ser tão especial que irei fazer uma postagem exclusiva sobre todos os motivos que me fizeram (e fazem) considerá-lo dessa forma. Por ora creio que esse breve resumo seja suficiente para vocês entenderem o valor do momento que se aproximava.

Apesar dele ter comprado o ingresso não levei muita fé na vinda. Depois de tanto tempo combinando encontros a sensação que eu tinha era a de que nunca iria acontecer.

Mas aconteceu!

SEXTA-FEIRA:

Dia 22/09, sexta-feira, o Guigo chegou no RJ. Ele mora em Rio das Ostras e desembarcou na rodoviária Novo Rio. A Hortência (amiga dele) também veio para o show, ela mora no Espírito Santo e eles são amigos há mais tempo do que nós, mas também não se conheciam pessoalmente.

Ele desembarcou antes de 19h e o ônibus da Hort estava previsto para 21h, então eu e o Léo fomos encontrá-lo antes dela chegar.

No caminho da rodoviária a ansiedade se transformou em nervosismo e o mesmo se agravou por causa do congestionamento que pegamos, porém quando de fato o vi e o abracei foi tão natural que rapidamente esse sentimento deixou de existir.

Estava tão feliz que até agora é difícil crer que realmente aconteceu, mas graças a Deus tenho as fotos para comprovar. Só Ele sabe o quanto as desejei! Kkkk.



Ficamos aguardando a Hort e não lembro exatamente que horas ela chegou, mas foram mais de 10h de viagem... Muita coisa! Eles ficaram hospedados no apartamento do primo do Guigo (na Tijuca) e eu e o Léo fomos até lá com eles pois combinamos de ir para a Lapa depois que eles tomassem um banho.

Gostamos muito do primo do Guigo (Gabriel) e além dele conhecemos a Carol e o Saulo - que são irmãos e estavam passando as férias na cidade.

Esperamos a Hort e a Carol se arrumarem e fomos todos juntos. Pegamos o metrô porque mesmo se quiséssemos pegar um uber não poderíamos e também porque o apartamento do Gabriel fica pertíssimo da estação Uruguai (sonho!).

Fazia bastante tempo que não saíamos com um grupo de amigos à noite e foi super divertido! Ia levá-los no Cana KrioK - coisa que prometi pro Guigo desde que conheci o bar - mas infelizmente estava fechado e após rodarmos bastante acabamos bebendo na rua mesmo.




Os levamos na Escadaria Selarón para tirarmos algumas fotos e de "bônus" vimos uma apresentação de uns caras cuspindo fogo. Apesar de ser "maneiro" odiei porque eles estavam fazendo isso bem perto das pessoas e fiquei morrendo de medo de acontecer algum acidente.


Planejávamos ir embora meia-noite no máximo pois nossa intenção era chegar bem cedo no Rock In Rio no dia seguinte, mas 2h decidi apresentá-los ao meu segundo lugar favorito da Lapa: o salgado de R$1,00.

Na Rua do Lavradio 172, em frente à delegacia, tem uma lanchonete que vende todos os tipos de salgados por R$1,00. Sei que o preço é bizarro e nos faz duvidar da procedência, porém é delicioso, está sempre fresco, em mais de 1 ano nunca nos fez passar mal e... CUSTA UMA MOEDINHA!

Todos gostaram da descoberta, mas a Carol literalmente amou! Ela mora em Curitiba e ficou tão empolgada que na mesma hora compartilhou em todas as redes sociais, foi muito engraçado! Kkkk.


Depois disso eles pediram uber para ir embora, mas tiveram que ser 2 por causa da quantidade de pessoas. O Guigo e a Hort estavam destruídos e por ironia do destino o uber deles foi o que mais demorou, porém no fim deu tudo certo. Pegamos uma carona porque a casa do Léo era caminho e 4h estávamos todos prontos para dormir.

4H!

SÁBADO (RiR):

No "dia seguinte" acordei 8h e estava super cansada, mas queria muito chegar cedo no festival. Acordei o Léo um pouco depois e nos arrumamos. Demoramos um pouco para sair devido alguns imprevistos, mas fomos assim que ele terminou de almoçar.

Passamos no mercado e compramos alguns biscoitos, levamos garrafinhas de água e uma canga na mochila.

O Guigo e a Hort acordaram um pouco mais tarde e foram comprar algumas frutas para levar e também para fazer uma batida com a vodka que o Guigo trouxe pra Hort.

Nós pegamos o metrô sentido Uruguai para encontrar com eles lá e irmos todos sentados e juntos. Os esperamos na própria estação e eles demoraram um pouco, mas os metrôs estavam saindo de 5 em 5 minutos e assim que eles chegaram entramos e logo estávamos a caminho.




No decorrer das estações o metrô ficou cheio, mas nada comparado ao horário semanal de hush. Foi uma viagem tranquila e relativamente rápida até o Jardim Oceânico e saltamos em direção ao BRT.

Não tivemos a mesma sorte de irmos sentados porque entramos no primeiro que vimos e demorou um pouco mais do que esperávamos, mas também não tivemos nenhum problema.

Ao chegar na Cidade do Rock pensei que o evento seria desorganizado pois na entrada se formou um aglomerado de pessoas que eu não lembrava ter visto em 2015, mas graças a Deus foi algo breve.

Garantimos as passagens de volta do BRT e passamos pela "revista". Fiquei com uma raiva enorme pois o funcionário responsável sequer olhou minha mochila. Quando ia abri-la ele disse: "fecha, tchau!". O lado bom foi que ficamos com as tampas das nossas garrafas o dia inteiro, mas se eu soubesse que seria assim teria levado muitas outras coisas.

Entramos por volta de 17h. A primeira coisa que vimos foi o letreiro vermelho e não perdemos a oportunidade de tirar várias fotos.





Eu não tinha noção do tamanho do Parque Olímpico da Barra e fiquei surpresa, principalmente porque não estava ciente das atrações. O Léo me explicou algumas coisas, mas o lugar é tão imenso que é quase impossível conhecer tudo se você não chegar assim que os portões abrirem (de preferência antes).

O dia passou voando e admito que perdemos mais tempo do que deveríamos com as fotos. Eu e o Léo queríamos ter visitado todos os stands, mas o primeiro dos poucos que fomos foi o do Tinder já a noite. Consegui filmar os fogos de abertura do Palco Mundo de lá. Eles estavam fazendo cabelo, maquiagem e imprimindo as fotos tiradas na cabine, além de disponibilizarem várias plaquinhas divertidas. Tiramos uma foto muito fofinha!



Os Titãs abriram o Palco Mundo e assistimos um pouco do show enquanto procurávamos o primo da Hort. Ficamos em frente ao stand da Niely e eu queria muito ter ido nele pois também estavam fazendo cabelo e maquiagem, mas a fila estava imensa e extremamente demorada.

Depois fomos no Johnnie Walker (ao lado) que também estava fotografando e imprimindo, mas precisava de identidade e a minha mochila estava com o Guigo que tinha ido no banheiro com a Hort. Enquanto eu o esperava o Léo tirou uma foto sozinho e quando ele chegou tiramos uma juntos.



Pouco antes do show acabar fui ao banheiro com o Léo e aproveitamos para andar um pouco. Íamos ficar na fila para pegar os copos do Itaú, mas desistimos quando vimos o quanto ela tinha aumentado desde a última vez que passamos pelo stand. Fomos então conhecer a Rock Street.

Esse ano o continente africano foi o homenageado e várias bandas e cantores da África se apresentaram. E, além dos inúmeros restaurantes, passamos por alguns stands e visitamos 1 deles.

No stand de uma empresa de aluguel de carros o teto estava cheio de chaves numeradas, a parede com os armários correspondentes e o chão com camas elásticas. O objetivo era pular, pegar uma chave e abrir o armário. Dentro do armário estava escrito qual o brinde que a pessoa iria levar (variava entre uma guitarra de inflável, alguns descontos e um carregador de celular). A fila estava grande e como os brindes não chamaram a nossa atenção continuamos andando.

O stand da Fanta Guaraná era uma espécie de lounge. Haviam puffs para descansar, tomadas para carregar o celular, degustação do refrigerante e um cipó para tirar fotos. Como minha saga de 1 ano sem refrigerante continua e não estávamos afim de nos pendurar no cipó, seguimos em frente.

Paramos no stand da Prevent Senior que consistia em um karaokê e foto temática impressa porque a fila estava pequena não era preciso cantar para tirar a foto. Foi bem rapidinho porém divertido pois o grupo que estava no karaokê quando entramos era bem animado e estava cantando a música 'Somos tão jovens'.


Nossa última parada foi no Cup Noodles. Era a coisa mais barata que tinha para comer no Rock In Rio: R$5,00. Como já estávamos bastante cansados ficamos sentados no restaurante comendo e descansando um pouco. Também haviam tomadas para carregar os celulares, mas os nossos aguentaram bem o dia inteiro e não precisamos nos preocupar (nem levamos os carregadores).

Enquanto voltávamos nos assustamos com o tamanho da fila do stand de troca de copos da Heineken. Estava quase tão grande quanto a do Itaú em um espaço bem menor.

O Guigo e a Hort continuaram no mesmo lugar e não foi difícil encontrá-los. A Hort encontrou o primo dela e escolhemos um lugar no gramado para assistir o show do The Who durante o show do Incubus (que já estava no fim). Estendi minha canga e fiquei sentada até começar. O Guigo continuou em pé, o Léo deitou durante alguns minutinhos e a Hort sentou um pouco.

Minhas costas e meus pés estavam doendo tanto que permaneci sentada durante a maravilhosa apresentação dos drones.


Levantei assim que The Who iniciou o show e foi sen-sa-cio-nal! Não sou fã de nenhuma banda e já disse várias vezes que não sou de escutar música, mas vê-los em cima do palco foi inspirador. O Guigo é super fã, estava visivelmente emocionado e fiquei extremamente feliz por estar presente num momento tão marcante e significativo da vida dele.

Foi o primeiro show que assisti de verdade e fiquei admirada com a energia e a empolgação do grupo como um todo, mas quem mais me chamou a atenção foi o guitarrista Pete Townshend: o achei extremamente simpático e bem fofinho.

Uma das coisas que me surpreenderam foi a idade dos integrantes. O mais novo - que entrou depois - tem 32 e o mais velho 73, mas a média de idade é 61 anos. É lógico que se tratando de uma banda com 53 anos de estrada essas idades são normalíssimas, porém o espanto é em relação a disposição de todos que - diga-se de passagem - dariam de 10 a 0 em mim com facilidade.


Quando a apresentação acabou corremos para procurar um lugar para descansar enquanto aguardávamos o Guns. Imaginamos que haveria um grande atraso e estávamos quebrados. O primo da Hort resolveu se aproximar da grade e ela ficou conosco.

No caminho do gramado vimos o Christian Pior com a equipe do Pânico entrevistando algumas pessoas. Eu, o Guigo e a Hort não nos importamos, mas o Léo (que tem vergonha de assumir que assiste o programa todo domingo) ficou todo animado. Deitamos, ele continuou em pé e depois de poucos minutos não resistiu e foi até lá.

Quando ele voltou contou que havia sido entrevistado e pensamos que fosse brincadeira, mas - sendo isso bom ou ruim - não era.

(Cortaram a entrevista na exibição do programa, mas ele apareceu durante alguns segundos e ficou todo contente! Kkkk.)


Para surpresa geral o Guns foi pontual e não nos deu o tempo necessário para descansar que achamos que teríamos. Corremos para o gramado para tentar recuperar o lugar, mas já não tinha como.

Eu estava com tanta fome, tanto sono e tanta dor que já não conseguia raciocinar direito. Me deu vontade de ir no banheiro e o Léo foi comigo. Tinha um Bob's ao lado vendendo hambúrguer por R$20,00 e comprei um para dividirmos. Íamos voltar pra perto do palco, mas não dava. Por Deus, não lembro de ter ficado tão cansada no ano retrasado e nem na vida!

Em frente ao Bob's tinha um gramado com bastante espaço e nós não resistimos e deitamos. Mandei mensagem pro Guigo no whatsapp avisando e a ideia era ficar só um pouco e voltar, mas adivinhem só: eu dormi.


Quando acordei a primeira coisa que vi foi o Guigo em pé e depois a Hort do lado dele. Fiquei meio confusa pensando "por quanto tempo eu dormi?", mas na verdade eles quiseram ir embora antes do término do show e vieram até nós.

Não posso comentar sobre o show do Guns porque não o assisti, mas ouvi o Axl cantando enquanto estava deitada e não me agradou muito.

Fomos embora e a caminhada até o BRT foi árdua, mas vencemos! Kkkk. O que estava prestes a sair não tinha mais lugar para sentarmos, mas a vontade de sair de lá era tanta que o pegamos mesmo assim. O Léo e o Guigo ficaram em pé e eu e a Hort sentamos no chão e fomos até Jardim Oceânico pegar o metrô.

Como saímos mais cedo pegamos o metrô mega vazio e foi ótimo. Eu e o Léo saltamos antes da Central e o Guigo e a Hort saltaram em Uruguai.

Não lembro a hora exata que chegamos, mas foi por volta das 6h. Quando deitamos já estava amanhecendo e dormimos imediatamente - estávamos completamente exaustos.

DOMINGO:

Acordei achando que ainda era de manhã, mas quando olhei o relógio me deparei com 13h30min. Levei um susto! Apaguei totalmente.

Mandei mensagem pro Guigo e para minha surpresa ele estava acordado e pior: sequer havia dormido. Se eu continuava cansada mesmo após as horas de descanso nem conseguia imaginar como ele estava se sentindo, mas a noite tanto ele quanto a Hort iam embora e não podíamos perder tempo.

O Guigo chamou eu e o Léo para irmos no shopping Tijuca com eles, mas o Léo teve que ficar em casa para receber o Pietro (primo italiano dele que estava no Brasil para visitar a família) e eu fui sozinha.

A Hort quis conhecer o Novo Maracanã e foi assistir o jogo do Fluminense contra o Palmeiras. Como o estádio fica bem perto do shopping, o Guigo a levou e depois voltou para me encontrar.

Depois de MUITA insistência (pensem numa pessoa teimosa!), nós almoçamos e ficamos conversando na praça de alimentação. Foi muito bom reafirmar, através de uma conversa simples e rápida, a certeza que eu já tinha sobre o quão importante ele é para mim.

Quando o jogo acabou fomos buscar a Hort e ela nos encontrou no meio do caminho. Voltamos para o shopping pois ela quis comer no MC Donald's e eu comprei um frappuccino mocha branco no Starbucks porque estou tentando aprender a tomar café.



A Hort já tinha comprado a passagem de volta e assim que ela terminou de lanchar o Guigo chamou o uber para irmos até o apartamento do Gabriel pegar as malas deles. Estávamos com um pouco de pressa por causa do horário (o ônibus saía 20h30min) e não demoramos muito para sair de lá.

O Guigo chamou outro uber e ficamos esperando em frente ao prédio, mas demorou um pouco mais. Ele me deu o boné do Botafogo dele e uma florzinha lilás... Achei muito lindinho! ♥


O uber chegou e não há pessoa melhor para falar sobre ele do que o Guigo.

Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha.

Mas falando sério: que cara chato, puta que pariu! Demorou uma eternidade, tivemos que colocar as malas entre as nossas pernas no banco de trás e ele não calava a boca. No áudio o Guigo disse foi: "pra cima de moir?" que virou nosso jargão porque era uma frase que o motorista não parava de dizer.

Como se já não bastasse, pegamos congestionamento e tivemos que descer do carro no meio da pista para chegarmos a tempo da Hort embarcar. Foi muito corrido, mas conseguimos!

O Guigo não comprou passagem dele com antecedência porque disse que saem ônibus para cidade dele o tempo todo e pude confirmar isso naquela noite. Fomos comprar a passagem dele e o ônibus saía em 5min.

Confesso que fiquei triste porque achei que ainda teríamos mais alguns minutos, mas também sabia que quanto antes ele embarcasse mais rápido chegaria. Ele me perguntou várias vezes se eu queria que ele trocasse o horário, ofereceu dinheiro pro táxi e tentou descer do ônibus depois de já ter embarcado porque se sentiu culpado em me deixar "sozinha". Um amorzinho. Fui embora engolindo o choro e demorei um pouco para chegar na casa do Léo - que estava todo preocupadinho - mas cheguei bem.

Pôr-do-sol no Parque Olímpico da Barra (23/09).

Agradeço a Deus por colocar uma pessoa maravilhosa como o Rodrigo no meu caminho e por tê-lo feito permanecer durante todos esses anos. Vê-lo foi a cereja do bolo e as fotografias são uma forma de eternizá-lo na minha memória.

Apesar dos muitos pesares da vida, há momentos em que o único sentimento que vale a pena nutrir é o de gratidão e os momentos descritos acima, sem dúvidas, são alguns deles. Irei guardá-los para sempre.

Como a Hort disse: "foi um final de semana puxado, mas valeu muito a pena". 

E é isso!

Até a próxima! 

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